Société des Prêtres de Saint-Jacques

Missionnaires en Haïti, au Brésil et en France

Category: News (page 1 of 13)

Liturgias mistagógicas – Père Othon Etienne


 

A Eucaristia é por excelência o lugar da experiência mistagógica, nem por isso queremos desconsiderar as demais expressões litúrgicas. Segundo o documento 100 da CNBB, n° 181 Comunidade de comunidades: uma nova paróquia « a Eucaristia é o encontro de Deus com a comunidade, da comunidade com Deus e dos membros da comunidade entre si ». À luz da riqueza da liturgia catecumenal, tão central para o processo de iniciação cristã, um passo a frente pede uma reflexão sobre o mistagogia, contudo, não somente na eucaristia, mas no conjunto da liturgia paroquial. Uma pergunta se faz necessária:  o que é a mistagogia? É simplesmente  um conceito teológico e intelectual?

O termo mistagogia, derivado da língua grega, é composto por dois conceitos: mist (vem de mistério) e agogia (conduzir, guiar). Assim, pode-se traduzir mistagogia como a ação de guiar, como arte de conduzir os fiéis para dentro do mistério celebrado, revelado através de cada rito, gesto e símbolo ou ainda acão pela qual o mistério nos conduz. Mistagogia é o tempo para saborear aquilo no qual se foi iniciado sacramentalmente. Consequência disto é que os sacramentos só têm valor salvífico por serem canais sacramentais de experimento do mistério. “Mistagogia, o tempo para a comunidade e os neófitos crescerem juntos aprofundando sua apreensão do mistério pascal …” (RICA, 37).

A característica maior da mistagogia está em oferecer ao catecúmeno uma maior oportunidade para degustar, celebrar e atualizar a graça sacramental e a caminhada da fé realizada no processo da iniciação cristã. Os mistérios sacramentais recebidos são agora mais conscientemente vivenciados: É tempo privilegiado para “o conhecimento mais completo e frutuoso, novas explanações e, sobretudo, a experiência dos sacramentos recebidos” (RICA, 38).

A liturgia continua sendo uma das principais atividades da paróquia. Considerável parte da agenda paroquial é dedicada ao culto, o que reforça a necessidade da pergunta se as liturgias paroquiais são mistagógicas, lugares do experimento e da vivência do mistério. Por natureza, é pela ação litúrgica que somos iniciados e mergulhados no mistério. Uma palavra da Escritura, um aperto de mão, um abraço, um gesto de oração, a água benta, um silencio profundo, uma aclamação vibrante, o Pão e Vinho partilhados, a unção com óleo, tudo isso pode ser um momento de descoberta, de experiência profunda do amor de Deus em nós. Tudo isso pode aumentar nossa opção por ele.

Neste particular, cabe aos símbolos cujo poder de evocar o mistério é inquestionável, um papel de suma relevância no tocante à experiência mistagógica. Entendemos por símbolos um campo maior do que o propriamente os objetos simbólicos. Afirmar a liturgia, e nela os símbolos como lócus da experiência do mistério, entram em cena diversos elementos: o canto, o ambiente, os gestos e ritos, o silêncio, a Palavra proclamada, a linguagem, a homilia em chave kerigmática e mistagógica, a assembleia reunida, e naturalmente os símbolos propriamente ditos, cuja força comunicativa supera em muito o racionalismo, que dificilmente toca ao coração onde habita o mistério. Vale lembrar que na cultura do ocidente se tem dado mais ênfase à linguagem verbal, o que significa estarmos em débito com a gramática dos símbolos. Daí a importância de constante sensibilidade para a busca de símbolos apropriados e inculturados.

São muitas, portanto, as riquezas, possibilidades de uma profunda experiência mistagógica na liturgia. Por outro lado, não poucas vezes, deparamo-nos com ritualismos, posturas, que não são capazes de evocar o mistério, como também não o são as liturgias não participativas ou massissas. Já não consegue a experiência do humano com o divino a mera execução de ritos como prescrição disciplinar. Se a religiosidade popular pode adentrar pelos caminhos do mundo mágico, também as liturgias podem padecer do mesmo erro, tornando a celebração repetição mecânica sem comunicar o mistério. O mesmo vale para os ritos catecumenais, os quais precisam estar em constante movimento de inculturação. A uniformidade da celebração, que não leva em conta a cultura não tem força para comunicar o mistério. Portanto, a eficácia da ritualidade catecumenal em muito depende do esforço de inculturação.

 

Padre Othon Etienne – Brasil

Bénévolats – Jeune – Sainte-Anne D’Auray

Expérience de Confinement – Séminaristes au Brésil


Le séminaire, en temps de confinement.


Dans son discours en date du 9 décembre 2019 aux séminaristes du Séminaire Pontifical Benoît XV à Bologne, le Pape François a rappelé les trois aspects fondamentaux du Séminaire : ‘‘c’est une maison de prière, une maison d’étude et une maison de communion’’. La manière de dire n’est pas vaine car la prière nous conduit à Dieu et nous configure à Lui.  Les Pères de l’Église l’identifient comme le cœur de la vie chrétienne.

En confinement depuis mi-mars, Prier, Étudier et Vivre en communion, c’est ce que nous avons fait durant ce premier semestre de l’année académique 2020, au Séminaire de Théologie Divin Esprit-Saint (Seminário de Teologia Divino Espiríto Santo), du diocèse de Umuarama, à Londrina. Et c’est ce que nous continuos à faire. Saint Mathieu dans son Evangile ne parle pas de la prière comme le principe de vie de communautaire ? (Mt 18, 20).


Retraite d’entrée.


L’année académique 2020, s’annonçait fructueuse. Avec d’autres séminaristes de la région, étudiant à la même faculté que nous, nous avons participé, du 21 au 29 Janvier, à une retraite spirituelle, dite retraite ignacienne. Elle avait eu lieu chez les Sœurs Missionnaires du Saint Nom de Marie, à leur maison de retraite « Casa de Retiro Rainha da Paz », à Maringá-PR, animée par le Père Miguel Martins S.J. Les thèmes traités et les méditations scéniques de la vie de Jésus faites au cours de huit jours de silence, nous servaient de tremplin spirituel.


Les premiers jours.


Arrivés au séminaire le 15 février, nous avons bien débuté le semestre. Mes petits frères de la première année de théologie commençaient à peine à s’adapter avec leurs nouveaux professeurs/res, les différents lieux de la formation dont le séminaire, la faculté, leurs paroisses d’insertions, ainsi que les méthodologies d’apprentissage quand, soudain, le nouveau coronavirus fit, à la mi-mars, irruption dans la scène.


 Le début confinement


Par mesures de prévention et de protection, le gouvernement de L’État du Paraná a exigé, par décret, d’éviter tous les regroupements de personnes. Ainsi donc, toutes les activités ont vite été paralysées. Sur décision de l’Évêque du diocèse, Dom João Mamede Filho, les séminaristes ont été renvoyés dans leurs familles respectives pour 15 jours. Par conséquent, séminaristes de Saint-Jacques, nous avons été accueillis à Itambé-PR, à la paroisse Nossa Senhora das Graças (Notre Dame des Grâces). Le Père Wilner Catilus, notre Directeur des Séminaristes, y est le Curé, et moi, en insertion pastorale. Au lieu de 15 jours nous sommes restés environ deux mois (de 19 Mars- 10 Mai).


Maison de prière.


Dans l’impossibilité de célébrer les messes avec présence du peuple, s’est imposée à nous la nécessité de faire des transmissions en ligne des messes paroissiales. Heureusement nous avons pu célébrer, même avec un groupe très réduit, la fête de Pâques, le sommet de l’année liturgique et le centre du mystère de notre Rédemption. Grâce à la Pastorale de la Communication (PASCOM), le peuple de Dieu a pu participer à nos différentes célébrations, vivre et célébrer sa foi. Via la page Facebook de la paroisse nous avons réalisé, tous les jours, la transmission de la messe en direct du presbytère. Nous avons aussi fêté le 1e Avril, en pleine pandémie et en plein confinement, l’anniversaire de Kelson Jeune.

Ont été célébrés au séminaire, les différentes solennités que suivent la Solennité des Pâques (la Pentecôte, l’Ascension, le Très Saint Sacrement et le Sacré-Cœur de Jésus) que généralement les séminaristes fêtent dans leurs paroisses d’insertions.


En effet, en préparation à la solennité de la fête de Pentecôte, fête patronale du séminaire, nous avons organisé une neuvaine à l’Esprit Saint, avec la participation de toute la communauté formative. Nous y sommes 15 séminaristes actuellement : dix du diocèse de Umuarama, trois de la Société des Prêtes de Saint-Jacques, et les deux autres du diocèse de Paravaí. Aussi pour la solennité de la fête de Très-Saint-Sacrement, le Père Recteur, Clovis Hernadez, en procession, a béni avec le Saint-Sacrement tout l’espace du séminaire, implorant la bénédiction divine et suppliant pour la pandémie.



Maison d’étude (Cours en ligne)


Un mois après le début des activités universitaires, l’Université a su trouver les moyens efficaces pour continuer à administrer les cours par visioconférence (‘‘aulas remotas’’ en portugais). Les adaptations nécessaires avaient été faites et tout le système mis en place, en à peine une semaine. Malgré certaines déconvenues liées au problème de connexion à internet, nous avons pu terminer le semestre de manière satisfaisante. Nous en rendons gloire à Dieu.


Maison de communion


Dans le souci de terminer le semestre en communauté, nous sommes retournés au séminaire le 10 mai, jour de la commémoration de la fête des Mères ici au Brésil. Le port du masque n’ayant pas été obligatoire à l’intérieur du séminaire, on était tenu de respecter les mesures de distanciation et de renforcer les principes d’hygiènes. Les sorties ont été aussi interdites.



Pour terminer le semestre, en clé d’or (‘‘em chave de ouro’’ comme dit-on en portugais), le 13 juin 2020 – mémoire de Saint Antoine de Padoue – nous avons réalisé une fête foraine (‘‘uma festa junina’’) – tradition très populaire dans le milieu brésilien.

Enfin, ce que nous avons perdu d’un côté du point de vue des activités pastorales, nous l’avions récupéré de l’autre. Car ce temps de confinement m’aura permis, en cherchant à m’approcher de celui qui m’a appelé, de mieux apprendre à l’écouter et à contempler son visage (cf. Mat 6, 33). Ce fut également un temps précieux pour moi, pour mieux connaître les autres, valoriser leurs talents, renforcer les liens fraternels avec eux, et mieux cerner l’importance de la dimension communautaire au séminaire.


Prévil ENEM, séminariste de Saint-Jacques – Brésil

Covid-19 : expérience brésilienne


Paroisse Os Santos Apóstolos – Archidiocèse de Campinas – SP /Brésil


Pastorale et crise sanitaire :
« un nouveau normal » 


J’aime, en plaisantant, à répéter que, pendant tout mon temps de séminaire, je n’ai jamais eu de cours axés sur la problématique « pastorale et pandémie ». Pourtant, la crise sanitaire due au nouveau coronavirus nous aura obligés à nous montrer créatifs pour y faire face, eu égard à nos responsabilités en tant que pasteurs, en charge de fidèles.

Je suis vicaire à la paroisse Os Santos Apóstolos (Les Saints Apôtres) – de l’archidiocèse de Campinas, dans l’État de São Paulo, au Brésil.  Comme partout ailleurs, la covid-19 nous aura fait passer environ trois mois sans célébrations impliquant la participation du peuple de Dieu. La dernière messe publique célébrée dans la paroisse remonte au 8 mars 2020. Une semaine après, soit le 15 mars, nous étions contraints de célébrer l’eucharistie à laquelle ne participaient que des prêtres et quelques ministres extraordinaires, dont la mission principale était d’apporter la Sainte Communion aux fidèles.

Aussi, avons-nous vécu toute la période de Pâques en confinement. Conformément à la décision prise par notre archevêque, Dom João Inácio, nous avons pu reprendre les célébrations eucharistiques avec la présence des fidèles qui le souhaitaient, le dimanche 22 juin 2020. Faisant droit aux mesures de distanciation physique toujours en vigueur, nous avons été conduits à multiplier le nombre des messes. Nous avons ainsi initié une nouvelle expérience pastorale, en proposant trois messes le dimanche, à raison de deux dans la matinée (à 8 h et à 10 h 30), et d’une autre, le soir (à 15 h).

Un Nouveau Normal


Il s’agit d’une manière nouvelle de vivre la pastorale, perçue comme tout à fait normale. Mais c’est un Nouveau Normal qui exige un peu plus de travail aux agents pastoraux en particulier, et aux membres des communautés ecclésiales, en général. Il faut désormais pouvoir contrôler le nombre de personnes pouvant participer à la liturgie de la messe. Les intéressés doivent obtenir du secrétariat paroissial un mot de passe (un numéro) qui leur donne accès à l’intérieur des églises.

Cette expérience anime notre foi. Elle nous permet de prendre davantage conscience de la soif du peuple de Dieu pour l’’Eucharistie. Comme saint Jean-Paul II, je prie pour que cette soif, jamais, ne tarit. Car Jésus est la seule source de notre vie, capable d’étancher notre soif véritable.

Le temps de la pandémie a aussi vu naître plusieurs autres initiatives, prises pour permettre à l’Église et aux pasteurs d’être proches des fidèles. Il nous aura permis de redécouvrir l’importance des formes familiales et personnelles de la prière et de la liturgie domestique (prière en famille – petite église), et de les valoriser. Aussi, avons-nous été amenés à organiser des temps de prière pour les familles, avec production et envoi de matériels appropriés, préparés avec l’aide de quelques membres de la paroisse. C’est une expérience positive. Chacun prie chez soi, en famille. Certains nous envoient des photos prises à l’occasion, qui sont ensuite transformées en de petites vidéos rendues disponibles à tous à travers les réseaux sociaux. Il s’agit de gestes simples, mais qui rendent les familles très contentes.

Méditations quotidiennes de l’Évangile


Au cours de la pandémie de la covid-19, nous avons aussi lancé une série de méditations quotidiennes de l’Évangile. La distanciation physique due au confinement faisait courir, à mon avis, le risque d’un désintéressement d’un nombre important de fidèles pour l’Église. Face à ce risque je me suis interrogé sur ce qu’il convenait de faire pour l’éviter. J’étais convaincu – et le suis encore – que sans l’apport et la présence du prêtre auprès des fidèles pendant cette période d’épreuve, il pouvait être difficile de reconquérir le peuple de Dieu quand cette situation aurait été derrière nous.

Vivre la solidarité avec les paroissiens et les paroissiennes, tout particulièrement dans ces circonstances, devrait permettre de rassembler plus facilement les uns et les autres, une fois que la crise sanitaire n’aurait plus appartenu qu’au passé. Alors, au carillon des cloches, tout le monde pourra de nouveau et plus facilement se réunir pour continuer la mission que le Christ confie à son Église et à tous les baptisés en son sein.

Proches les uns des autres, par et dans la prière


J’ai compris que nous pouvons être confinés, tout en demeurant proches les uns des autres, par et dans la prière, ainsi bien que par des gestes les plus simples, dont la grande importance n’est plus à prouver.

Ce fut donc mon expérience pendant la période de confinement. Avec la reprise des célébrations et des activités pastorales, je poursuis le même travail pastoral dans la paroisse, en encourageant et promouvant des moments de prière en famille et en continuant à envoyer à tous mes paroissiens des réflexions quotidiennes du saint Évangile.

Que le Saint-Esprit nous éclaire dans ce « nouveau normal » où la créativité devient la meilleure manière pour apporter une parole d’espérance et de foi !

Père Josner Jeudy, spsj.

Heureuses retrouvailles avec nos Anciens

Le dimanche 12 juillet 2020 a été un grand jour dans la vie de la communauté des Prêtres de Saint-Jacques, à Guiclan. En effet, après la messe célébrée à la grande chapelle du Séminaire – et cela depuis la reprise des célébrations liturgiques avec présence de fidèles – les confrères Prêtres aînés de la maison de retraite Saint-Jacques ont pu rejoindre ceux de notre communauté à la Maison Générale pour un repas très fraternel.

Grands moments de retrouvailles et de festivité avec des confrères qui ne pouvaient se voir qu’à distance. On se souviendra de l’anniversaire des 100 ans du Père René Fresnay. Les membres du Conseil Permanent ont pu se joindre à lui, en respectant les distances imposées dans le contexte de la lutte contre la covid-19.
Vers 11 heures 30, nous sommes allés chercher les confrères qui ne se déplacent plus qu’en fauteuil roulant. Les autres ont pu se joindre à nous tout seul, selon leurs propres rythmes, à la salle de restauration, particulièrement disposée pour l’événement. Après les bénédicités, nous nous sommes mis à table dans la joie et la bonne humeur qui caractérisent nos communautés.
Ce fut donc l’occasion d’échanger les uns avec les autres autour d’un bon repas.
Nous avons profité de l’occasion pour honorer notre frère René Fresnay, le premier à avoir atteindre les 100 années au sein de notre Institut missionnaire, souligne le Supérieur général, le Père Paul Dossous, comme un appel lancé aux autres confrères que nous espérons garder encore longtemps avec nous, mémoire d’une mission qui se relance avec la présence de jeunes prêtres, venus d’Haïti et du Brésil. D’ailleurs, les jeunes Diacres Jean-Reynold Bonhomme et Amoce-Fraïm Louis étaient parmi nous, eux qui sont appelés à l’ordination presbytérale avec trois autres de leur promotion, le 18 octobre prochain.
C’est donc, avec une immense joie que nous avons chanté « l’heureux anniversaire » au Père René Fresnay, dont une prochaine fête sera organisée bientôt, à Loudéac, son lieu natal.
Un seul Père Manquait à l’appel : le Père François Bianéis dont la santé chancelante ne lui aura pas permis de se joindre à nous. Nous pensons régulièrement à lui et l’accompagnons. Nous espérons qu’il retrouvera bientôt ses forces pour continuer à nous offrir son témoignage missionnaire.
Nous confions donc tous nos confrères en retraite à vos prières.
Ils sont sept à la Maison de retraite. Il s’agit des Pères : François Bianéis, François Cocaign, Yves Jehannin, Kerveillant Martial, Mingam Joseph, René Fresnay, et Michel Ménard – ancien Supérieur général, en appartement dans le manoir. En dehors de Saint-Jacques nous comptons les Pères Louis Marie Tanguy, Georges Vicens, André Le Barzic et le Père Pierre Behets (au Belgique).
Une pensée spéciale pour nos confrères en retraite au Brésil (Le Père Joseph Rello) et en Haïti (Roger Buzaré, et Jean Jacques Cabioc’h, responsable de la Maison de retraite Saint-Yves, à Port-au-Prince).
Après les repas, nous avons reconduit, toujours dans la bonne humeur et grandes satisfactions nos confrères à la Maison de retraite Saint-Jacques. Nous sommes heureux qu’ils aient pu reprendre les célébrations eucharistiques à la petite chapelle de la maison de retraite. Ce qui n’était pas possible durant plus de 4 mois, en raison de la pandémie du nouveau coronavirus.

Heureux anniversaire au Père René Fresnay


Ensemble, et dans la joie, soyons missionnaires de Saint-Jacques, jusqu’au bout.

Editorial – LLSJ n° 218

 



NOTES de la Conférence des Évêques d’Haïti





Cliquez sur le texte pour lire la suite.

Pour d’autres notes de la Conférence des Évêques d’Haïti, cliquez ici.


 

Dom Severino – Archevêque de Maringá



Papa Francisco nomeia Dom Severino Clasen Arcebispo de Maringá
A Arquidiocese de Maringá tem novo Arcebispo: trata-se de Dom Severino Clasen, O.F.M., que foi transferido pelo Papa Francisco da sede episcopal de Caçador (SC).

Dom Severino Clasen nasceu em 10 de junho de 1954 em Petrolândia, na Diocese de Rio do Sul (SC).

Em 1981 emitiu a profissão religiosa na Ordem dos Frades Menores Franciscanos e foi ordenado sacerdote em 10 de julho de 1982.

Em 11 de maio de 2005 foi nomeado Bispo de Araçuaí e recebeu a ordenação episcopal em 25 de junho de 2005. Em 6 de julho de 2011 foi transferido para Caçador.

No âmbito da CNBB, foi Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato e atualmente é Presidente do Regional “Sul 4”, que compreende as circunscrições eclesiásticas de Santa Catarina.

DOM SEVERINO, BEM-VINDO A MARINGÁ!

Source : 

 

Ordination diaconale d’Amos A. BADEAU

Le dimanche 28 juin 2020, en l’église Notre Dame des Grèves de Saint-Malo, il a été ordonné Diacre en vue du Sacerdoce, par le don de l’Esprit Saint et l’imposition des mains de Mgr Alexandre Joly, évêque auxiliaire de l’Archidiocèse de Rennes.

Il était entouré d’une trentaine de Prêtres, de Diacres et de séminaristes en formation au Grand Séminaire Saint Yves de Rennes. Ils ont rejoint les fidèles, relativement nombreux qui eux aussi ont pris part à la célébration.

Au son des grandes orgues de l’église Notre Dame des Grèves, les chants soutenaient magnifiquement le grand mouvement d’offrande, de supplication, de louange, d’adoration et de communion caractéristique d’une célébration d’ordination.

Dans son homélie, Mgr Joly a souligné différents aspects de cet engagement et de son importance dans la vie de l’Église et du monde.

Une belle ambiance de fête a marqué ce jour d’espérance et d’action de grâce pour la Société des Prêtres de Saint-Jacques, de l’archidiocèse de Rennes, ainsi que pour le diocèse des Cayes, en Haïti, d’où le nouveau diacre Amos André BADEAU est originaire.










 

Agrégation définitive d’Amos A BADEAU

« Si le Seigneur ne bâtit la maison,
les bâtisseurs travaillent en vain ;
si le Seigneur ne garde la ville,
c’est en vain que veillent les gardes.
En vain tu devances le jour,
tu retardes le moment de ton repos,
 tu manges un pain de douleur :
Dieu comble son bien-aimé quand il dort.
Des fils, voilà ce que donne le Seigneur,
des enfants, la récompense qu’il accorde ;
comme des flèches aux mains d’un guerrier,
ainsi les fils de la jeunesse ».

PSAUME 126








Ce sont là les mots qui conviennent pour exprimer notre joie dans le Seigneur devant l’ordination diaconale d’un sixième membre de la société des Prêtres de Saint-Jacques au cours ces derniers mois.

Alors qu’on parle très souvent de « crise vocationnelle », voici que le seigneur, Maître de la Moisson, envoie six nouveaux moissonneurs rejoindre d’autres appelés et engagés à la Grande Moisson qu’est le monde. Notre monde. C’est donc l’action de grâce qui monte des tréfonds de nos cœurs à l’occasion de l’engagement d’Amos André BADEAU, comme membre à part entière de la société missionnaire des Prêtres de Saint-Jacques. Ce fut, le 26 juin dernier, au Centre Missionnaire Saint-Jacques, en Guiclan.

Âgé de 26 ans, après plus de 6 années de formation et de discernement vocationnel, Amos a pris la décision de dire oui au Seigneur, pour engager sa vie à son service, en tant que missionnaire de Saint-Jacques. Un engagement missionnaire ad Gentes (vers le monde – vers les personnes les plus éloignées), ad vitam (pour la vie – un contrat sans échéance) – ad extra (normalement en dehors de son pays et de son Église d’origine – le diocèse des Cayes, en Haïti), au cœur de l’Église.


Older posts
Translate »